Implementação do FlexiProject na Smart Automation

Serviços de engenharia
50+
projetos em paralelo
1000+
projetos realizados
100%
dos colaboradores usam o FlexiProject
300+
anos de experiência da equipa

Smart Automation

A Smart Automation é um integrador polaco de automação industrial e robótica sediado em Olsztyn, ativo desde 2009. Fornece soluções completas de automação e robotização da produção: desde o conceito das máquinas e os estudos de viabilidade, passando pela programação de sistemas de controlo (PLC, HMI, SCADA), sistemas de visão e quadros elétricos, até à construção de máquinas especiais, comissionamento, assistência e formação de pessoal.

A sua equipa de engenheiros combina experiência em automação, robótica e mecatrónica adquirida em projetos realizados na Polónia e no estrangeiro para clientes como IKEA, Michelin, Siemens Energy, Unilever ou Danone. Na prática, isto significa dezenas de projetos conduzidos em paralelo, diferentes em escala, complexidade e localização.

Contexto da implementação

A Smart Automation ganha com os projetos, pelo que o controlo dos orçamentos sempre foi uma prioridade. Os orçamentos eram geridos em soluções acopladas ao sistema ERP, onde estão as faturas e os custos. No trabalho diário revelou-se trabalhoso: cada gestor arranjava-se à sua maneira e comparar os projetos lado a lado exigia trabalho manual e conciliação de números.

Faltava, além disso, um lugar para os cronogramas, os riscos e o planeamento de recursos, ou seja, uma visão completa tanto de um projeto individual como da carteira. Daí a decisão de implementar um sistema dedicado de gestão de projetos no qual toda esta informação se reúne num único ambiente e que se tornou a única fonte de verdade sobre os projetos.

Âmbito da implementação do FlexiProject

A migração durou três meses e abrangeu toda a organização: foram transferidos para o sistema todos os projetos em curso, mais de 50 iniciativas de escala variada, e o acesso foi concedido a todos os colaboradores e aos subcontratados-chave. A implementação não se limitou a transferir dados. O seu cerne foi construir um padrão de gestão de projetos para toda a empresa, que inclui:

  • um termo de abertura de projeto e um modelo por fases, ou seja, uma forma uniforme de abrir e conduzir cada iniciativa,
  • modelos de cronograma com diagrama de Gantt, dependências entre tarefas e marcos,
  • linhas de base como ponto de referência para os desvios de prazos e custos,
  • orçamentos de projeto integrados com o sistema ERP, de modo que os custos de tempo e financeiros fluam entre sistemas sem duplo registo,
  • um registo de riscos e modelos de relatórios de projeto,
  • registo do tempo de trabalho, também móvel, desenvolvido pela equipa do FlexiProject de acordo com as necessidades da empresa,
  • revisões de projeto periódicas baseadas nos dados do sistema.

A estrutura flexível permitiu ir um passo mais além: no sistema foram também mapeados a gestão de propostas e o serviço em garantia e pós-garantia. O FlexiProject cobre assim todo o ciclo da encomenda, do orçamento ao apoio pós-venda.

O que determinou a rápida adoção

Três elementos determinaram que a equipa trabalha realmente no sistema. O primeiro foi a atitude da direção: desde o primeiro dia o diretor-geral deixou claro que a informação dos projetos só está completa quando está no sistema, e responsabilizou os gestores por atualizações regulares.

O segundo foi uma baixa barreira de entrada. O cronograma e o orçamento constroem-se no FlexiProject de forma suficientemente intuitiva para que a formação decorresse com material real: cada gestor começou por introduzir o seu próprio projeto, não por exercícios com exemplos. O terceiro foi a colaboração com a equipa do FlexiProject, que desenvolveu o sistema de acordo com as necessidades concretas da empresa: registo móvel de horas, um módulo de cronograma alargado e a integração com o ERP.

Resultados da implementação

A mudança mais percetível diz respeito à perspetiva financeira. Antes da implementação, a empresa analisava sobretudo os custos já incorridos. Hoje cada projeto tem uma linha de base aprovada face à qual se medem os desvios do orçamento, juntamente com uma previsão dos custos até à conclusão. A direção e os gestores sabem antecipadamente para onde caminha o resultado do projeto e podem reagir antes de o desvio crescer.

A segunda área é a carga de trabalho e os recursos. O tempo de trabalho é analisado ao nível de um projeto individual e de toda a organização, e a ocupação dos departamentos tornou-se um dado firme para as decisões de gestão: em que direção apresentar propostas e quando iniciar recrutamentos. O planeamento deixou de assentar na intuição.

O ritmo do trabalho com a carteira é dado pelas revisões de projeto: de duas em duas semanas para as iniciativas em execução e mensalmente para os projetos em planeamento ou de menor complexidade. A base da conversa são os dados do sistema, sem montar apresentações à mão. No plano estratégico, a direção analisa a estrutura da carteira face à estratégia da empresa usando os atributos dos projetos.

Uma implementação que nunca termina

Na Smart Automation sublinham que implementar o sistema não é um projeto com data de fim. Os colaboradores comunicam diariamente observações e ideias de melhoria, e a empresa encara este fluxo de informação como prova do empenho da equipa e do uso real da ferramenta. Outras áreas, como o desenvolvimento do reporting ou um uso mais aprofundado dos dados de recursos, são desenvolvidas de forma iterativa, ao ritmo das necessidades do negócio.

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